O Que Você Deveria Saber Sobre Gili Trawangan

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Texto: Mônica Morás   Fotos: Edu Viero e Mônica Morás

Gili Trawangan é uma daquelas ilhas paradisíacas, minúsculas a ponto de não aparecerem no mapa quando se pensa nas praias da Indonésia. Os nossos 20 dias na ilha (falamos aqui) nos renderam algumas experiências bem divertidas e algumas coisas que presenciamos, foram totalmente desnecessárias.

Das coisas boas que a ilha tem:

  • Fazer snorkeling com as tartarugas.
  • Fazer mergulho (diurno e noturno).
  • Ver o por do sol incrível do outro lado da ilha. 
  • Aproveitar a água quente do mar ou a areia clara da praia.
  • Ficar a beira mar na escuridão a noite toda sem perigo nenhum, inclusive fizemos isso várias noites, mas eventualmente algumas vacas passam por ali, então não se assuste. 
  • O trânsito que é composto apenas por bicicletas e carroças. O barulho de buzina é constante, mas nada que realmente incomode.
  • O valor do aluguel da bicicleta por 24h é baixo.
  • O valor de aluguel da máscara e pé de pato é baixo. 
  • Ter o próprio bangalô, com ar condicionado, água fresca e café da manhã nos bangalôs a beira mar por R$ 60 a diária. Digo água fresca, porque muitos hotéis oferecem apenas água salgada para o banho e alguns até para escovar os dentes. Água quente é um luxo que eu nem sei se está disponível na ilha. 
  • Nós ficamos no Melati, que ainda tinha mercadinho, aluguel de máscaras de snorkeling, pés de pato, bicicleta, restaurante com bangalôs a beira mar, garçons super simpáticos e a Bintang mais barata da ilha servida com pipoca grátis. Ficamos tanto tempo lá (20 dias) que até ganhamos um descontão nas diárias e um “luau” improvisado com os garçons no final de expediente. 
  • Aproveitar a noite no pub do Sama-Sama (do outro lado da "rua"), onde tudo é mais barato.

Nossa casa

Nossa vista na maré alta, sem corais

Das coisas desnecessárias da ilha:

  • É uma ilha minúscula sem polícia, e por isso o pessoal exagera no consumo de álcool e drogas 24h por dia, sem pudor nenhum. A grande maioria é adolescente e os bares deixam bem expostas as placas com a disponibilidade da casa. Como cada um fica na sua, não presenciamos nenhum stress, mas ouvimos várias histórias de gente bêbada ou numa viagem pesada que entrou no mar e acabou morrendo afogado. 
  • É uma ilha muçulmana, por isso tem uma mesquita que faz orações que ecoam pela ilha toda cinco vezes por dia, sendo a primeira às 5h da manhã. 
  • A wifi que mais parece linha discada, é difícil até para usar Facebook e Instagram.
  • É uma missão complicadíssima encontrar absorventes internos, afinal é uma ilha muçulmana e só de perguntar no mercadinho se tem, as mulheres ficam coradas de vergonha. Em Lombok  e demais ilhas Gili, sequer vende isso. 
  • Os corais na beira da praia que são uma tortura para chegar/sair de onde realmente dá para fazer snorkeling com as tartarugas. Não conheci ninguém que não tivesse sido com pelo menos um arranhão da água. 

Nenhuma das coisas desagradáveis nos impediria de voltar pra Gili T, o que fizemos foi nos manter afastados o máximo possível do que nos incomodava. 

Escritório de frente pro mar

Meio de transporte geralmente pra quem tá com mala

O balancinho masi disputado da ilha no final de tarde

Por do sol do outro lado da ilha

Maré baixa e corais expostos

O porto, local de embarque e desembarque. Na areia mesmo, desse jeito aí!

gili trawangan eduardo e monica viagem

 

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