Budismo na Tailândia e o Monge Thap

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Texto: Mônica Morás   Fotos: Eduardo Viero

Sabe amor a primeira vista? Aquele sentimento de bater o olho e sentir algo quase inexplicável e não conseguir mais viver sem. Aconteceu na Tailândia desde o primeiro dia na caótica Bangkok e esse amor segue até hoje depois de várias idas e vindas.

Mas amor é algo inexplicável, certo? Não foram as praias paradisíacas, nem a comida, nem a beleza dos detalhes que me conquistaram. Foi a cultura que está intimamente relacionada ao Budismo na Tailândia.

No país, 95% da população é Budista e foi vivendo em Chiang Mai por mais de 6 meses que aprendemos um pouco mais sobre essa filosofia. Entre conversas com locais e monges, como durante a Sak Yant ou no encontro com o monge do Rei, conhecemos o Monge Thap do Templo Phabong, que fica do lado do Phra Singh. Entre uma visita e outra ao templo tivemos a chance de conversar com ele abertamente sobre o Budismo na Tailândia, a diferença em relação ao Budismo Tibetano ou do Sri Lanka e a importância de se acreditar em algo que tragar o bem para que a vida flua leve.

-Veja o post Guia Completo de Chiang Mai na Tailândia

O Monge Thap já viajou o mundo ensinando e aprendendo sobre o Budismo e junto com os anos todos dedicados ao templo, ele carrega um conhecimento riquíssimo de vida. Entre tantas conversas, virar amigos no Facebook, os ensinamentos mais marcantes foram a importância da meditação, desse tempo consigo mesmo, porque se a mente não está bem, o corpo adoece.

Outra fala importante, repetida por todos os budistas que conhecemos, é a importância do equilíbrio. Não precisamos ser mais, nem menos, precisamos ser equilíbrio. Contanto que haja respeito ao próximo, somos livres em decidir o que é certo ou errado. O Budismo da Tailândia é o mais fácil que entender, pois é o mais “livre” deles.

-Veja o post Tudo sobre a Tailândia: 28 Dicas de Quem Morou Bastante Tempo Lá

Mas além das questões filosóficas, o Monge Thap explicou sobre as cores das vestimentas dos monges, que nada mais é do que um preferência pessoal. Isso mesmo, quem prefere amarelo, usa amarelo, quem gosta mais de laranja escuro, usa laranja escuro, simples assim! E aquele “casaco” que eles usam para se deslocar, na verdade é um tecido único imenso que eles enrolam no corpo da mesma forma que Buda fazia. Esses dias ele mandou uma mensagem que dizia:

" My daily life Morning and evening Prayer to praise the good of the Buddha. And meditate for about 20 minutes or 30 minutes during the daytime. Clean the temple Give blessings to those who come to make merit, visit temples and study catechism. Of Lord Buddha. Then introduced to the youth. The general public obeys the doctrine. Of Lord Buddha. To make people in society happy. Get peace Do not persecute people together. Do not take advantage of human beings together. To make everyone respect each other. Honor In a society that supports everyone."

E sobre a Sak Yant, a tatuagem sagrada, ela é apenas uma questão de escolha pessoal. O símbolo tatuado na pele é o mesmo símbolo carregado nos amulates fáceis de encontrar em qualquer templo. Já explicamos tudo sobre a Sak Yant nesses post e nesse outro.

-Veja o post Sak Yant: Significados e Como Fazer uma de Graça

E como não poderia faltar, o Monge Thap aceitou que fizéssemos algumas fotos no templo representando um pouco do dia a dia dele. E quem estiver em Chiang Mai ou for para lá, fique a vontade para visitar o templo Phabong e aprender mais sobre o Budismo na Tailândia sem nem precisar marcar um monk chat.

Para quem não sabe, monk chat é um tempo que os monges dedicam a conversar sobre o Budismo em alguns templos de Chiang Mai, tanto com locais e com o estrangeiros (em inglês!). Nunca precisamos fazer, pois em todas as nossas visitas aos templos sempre fomos com tempo e encontramos alguém disposto a conversar mais sobre o assunto, desde monges, locais e até voluntários que ajudar a manter o templo bem conservado.

 

GALERIA:  Monge Thap no Templo Phabong

 

Veja o Projeto Fotográfico Budismo, A Cor da Tailândia.

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