Como é a Visita no Moinho Colonial de Vespasiano Corrêa

Texto: Mônica Morás | @monicamoras Fotos: Eduardo Viero | @eduviero

O Moinho Colonial fica em Vespasiano Corrêa, um pequeno município do Vale do Taquari no Rio Grande do Sul. O principal atrativo do município é o famoso Viaduto 13, o maior da América Latina e um dos maiores do mundo. E ele ainda está ativo!

MOINHO COLONIAL DE VESPASIANO CORRÊA

E é em Vespasiano Corrêa que fica o Moinho Colonial, um moinho antigo de pedra movido a água que ainda mantém sua originalidade. Na época, sem energia elétrica, essa era a única opção. Ali se produz farinha de milho para fazer a polenta, tradicional nessa região desde a chegada os imigrantes italianos.

O Moinho Colonial, que hoje pertence ao Sr Roque Pezzi, tem mais de 50 anos na família Pezzi, quando foi reformado por eles na década de 1970. Segundo os mais antigos, o moinho foi construído pelos anos 1930/ 40 por Sr João Baldo. Quem nos recebeu foi o Sr Roque Pezzi e quem nos levou para conhecer o processo foi o seu filho. Percebe-se o carinho e cuidado que eles têm com a própria história e a vontade de manter ela viva.

A reforma do moinho no começo dos anos 1970. Fonte: História de Vespasiano Corrêa - RS

A reforma do moinho no começo dos anos 1970. Fonte: História de Vespasiano Corrêa - RS

COMO É A VISITA NO MOINHO COLONIAL

O processo começa com o milho sendo separado da espiga, daí ele faz uma primeira moagem, sobe por “elevador”, vai para uma peneira de pedra e depois cai no compartimento onde está pronto para ser embalado.

Do momento que o milho começa a ser processado até virar farinha, e encher um saco de 50kg, o processo leva 2h. Tudo isso acontece dentro de um paiol (um galpão) é movido pelo imenso moinho. Bonito visto de fora e pelas janelas enquanto se acompanha o processo.

Logo atrás do moinho fica uma Cascata. O Banho não é permitido, mas é uma delícia de conhecer e fazer umas fotos. O Gramado ali é bem cuidado e bem baixinho. Veja o video da cascata.

AS OPÇÕES DE VISITA

  • Chegar sem avisar e conhecer o moinho: gratuito

  • Visita Guiada com Degustação (polenta, biscoito de milho e suco natural): 8 reais, é necessário agendar

  • Visita Guiada com Café Colonial: 25 reais, é necessário agendar

Eu recomendo a visita com degustação de polenta. É uma delícia poder provar a autêntica polenta e ainda conhecer todo o processo. Quando eu digo agendar, é no sentido de avisar que está indo. Assim alguém pode se preparar para te receber.

Tanto a farinha de milho como a bolacha são vendidos ali no moinho (R$ 6) , além da miniatura dele em madeira (R$ 25). 

Sr Roque Pezzi do Moinho Colonial em Vespasiano Corrêa - RS

COMO CHEGAR NO MOINHO COLONIAL DE VESPASIANO CORRÊA

O moinho fica ao lado do trevo de acesso a Vespasiano, na RS-129. Na esquerda de quem vai para Guaporé ou na direita de quem vem de Guaporé. O Google Maps e o Waze acham fácil por “Moinho Colonial Vespasiano Correa”.

Da rodovia até o Moinho são 160 metros uma descidinha fácil de estrada de chão muito boa. Se preferir, pode deixar o carro na parte de cima, onde está a Santinha, e descer a pé. Ou descer de carro mesmo, porque tem lugar para estacionar (nós fizemos isso!).

  • NO ROTEIRO

Aproveite o dia de conhecer o moinho Colonial para conhecer melhor Vespasiano Corrêa. Ele fica na entrada da cidade. Lembre-se que a cidade fica a 2h de Porto Alegre, e na ida você vai passar por Roca Sales, Encantado, Nova Bréscia, Muçum, e seguir viagem, vai chegar em Guaporé, passando por Anta Gorda.

UMA CURIOSIDADE SOBRE O MOINHO

Eu já conhecia o Moinho Colonial de Vespasiano Correa antes mesmo de ir até lá. Meu pai nasceu nessa cidade e, quando era pequeno, ia a cavalo com os sacos de milho para moer.

Todas as vezes que íamos para a chácara dos meus avós, ele contava a mesma história. E uma das minhas melhores lembranças era ver a nona dela com a polenta na chapa do fogão a lenha. Contei essa história para o Sr Roque Pezzi e ele lembrou do meu pai, do nono Anacleto, meus tios e primos Morás, e da família da nona Maria, os Zilio.

CONHEÇA O MOINHO COLONIAL

A nossa viagem foi um projeto idealizado por AMTURVALES, @waycontent, @rsbloggers e Sebrae RS. Fizemos o roteiro na companhia da Anelise do Travelterapia.

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