Um Dia em Macau

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Texto: Mônica Morás   Fotos: Eduardo Viero e Mônica Morás

Macau é pequena e em um dia dá para conhecer bastante da ilha a pé e ainda ir no cassino. Sim, Macau é conhecida também com a Las Vegas da China!

Durante muitos anos Macau foi colônia portuguesa e isso é evidente quando se lê em português os nome das ruas, dos prédios, no ônibus. Ver a arquitetura e andar pelas ruas da cidade faz lembrar pedacinhos de Lisboa, Porto e até mesmo Porto Alegre. Já a vista do alto denuncia que estamos num lugar habitado por chineses. Ao contrário do que se pensa, ninguém mais fala português por lá. A língua dominante é o cantonês, mas assim como em Hong Kong, o pessoal do comércio fala inglês também.

Macau é uma parte independente da China, mas ainda é considerada território internacional desde que foi “devolvida” pelos portugueses, e por isso a necessidade de transitar com passaporte entre China, Hong Kong e Macau. Da comida portuguesa, a única coisa que sobrou de herança fácil de achar são os pasteis de Belém.

De dia andamos pela ilha Macau apenas seguindo o mapa que pegamos já na chegada do ferry. Tudo é possível fazer a pé, desde o Largo do Senado, até o Beco da Felicidade ou as Ruínas de São Paulo! E a noite pegamos um ônibus que levava para a ilha Taipa, onde estão os cassino. Essa parte da ilha é uma cópia cada vez mais parecida com Las Vegas.

Para ir e voltar basta pegar o ferry que sai de Kowloon ou do Pier Central de Hong Kong. O trajeto leva mais ou menos 1h, a imigração é bem rápida dos dois lados e em Macau dá para pagar tudo com o dinheiro de Hong Kong. Só tem que cuidar pra não receber de troco o dinheiro de Macau (Pataca).

Tem um ônibus que vai do terminal do ferry até o Largo do Senado, o ponto de onde é possível fazer tudo a pé, só que precisa ter dinheiro trocado para pagar, caso contrário vai ficar sem troco. Na volta compramos o ticket do ferry no consierge do Hotel Venetian e pegamos o free shuttle que levava de volta ao terminal de ferry de Macau. Fomos de manhã pouco antes do meio dia, voltamos a noite antes da meia noite (o ferry é 24h) e deu pra conhecer bastante da cidade. 

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