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Texto: Mônica Morás Fotos: Eduardo Viero e Mônica Morás
Era domingo, não tinha trabalho, tinha sol e o céu estava azul em Shanghai. Milagre! Depois de muito esperar, fomos ao Museu dos Himalaias.
O espaço é imenso, na verdade nem entramos no museu, porque a parte bonita mesmo é do lado de fora ou nos espaços livres de circulação. O prédio parece uma geleira por fora e uma caverna por dentro.
Dentro existe uma espécie de shopping com lojas, restaurantes, galerias de arte e até um hotel. E o melhor é que o metrô Huamu Road, linha 7, deixa na frente!
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Quando estivemos em Pequim, entramos com o visto de 72 horas. Ou seja, tínhamos 72 horas para fazer o máximo de coisas possível e nós conseguimos em 63h! Nesse post tem tudo que nós conseguimos fazer bem feito nesse tempo.
A vantagem é que são 72h livres no país, sem burocracia, sem pagar nada, e apenas apresentar a passagem de saída para um destino internacional.
Moramos e trabalhamos em Shanghai com fotografia, e apesar disso, fotografei a cidade toda com filme 35mm e câmera analógica.
Os provérbios chineses inspiram porque falam de conhecimento, perseverança e trazem ensinamentos que ultrapassam os limites do tempo, sendo sempre atuais.
Shanghai é uma das cidades da China beneficiadas pelo Visto de Trânsito de 72h. É uma cidade com dificuldade da língua e muitas atrações, por isso montamos um roteiro por passo-a-passo.
O edifício mais alto do ano de 1990 tinha 24 andares e hoje o edifício mais alto de 128 andares e já faz parte do Guinness Book.
No período em que vivemos em Shanghai, Mônica e eu fizemos muitas amizades e conhecemos muita gente, com isso tivemos a oportunidade conhecer as casas das pessoas! E assim fiz o projeto fotográfico que mostrava a vida de Xangai através das janelas das casas.
Por mais de 6 meses morei em Shanghai e pude fotografar a cidade de uma forma onde pudesse mostrar a todos a visão dos que moram lá tem de suas janelas.
Como fazer a Transiberiana na Rússia era um desafio para nós. Fizemos, deu tudo certo e montamos um guia completo de como viajar pela ferrovia russa.
A China é um lugar fechado, com uma cultura difícil de entender, mas que está crescendo, que gosta de consumir e oferecendo tudo que o que a gente precisava: segurança e oportunidade de desenvolvimento.
O M50 é um distrito de arte casa de mais de 100 artistas, galerias de arte abertas ao público, espaços para workshops e cafés, além de ser um dos meus lugares favoritos da cidade.
O Shanghai World Financial Center tem 492m de altura e na época foi considerado o maior arranha-céu do mundo. A vista do 100º andar é de tirar o fôlego.
Qibao é o lugar mais autêntico de Shanghai e mais próximo que se chega da China de antigamente.
A internet na China é bloqueada e o nosso trabalho todo é online. Só com o VPN conseguimos suportar tantos meses de restrições com wifi ruim.
O Museus dos Himalaias é imenso. O prédio parece uma geleira por fora e uma caverna por dentro.
Zhujiajiao é a water town muito conhecida no China. Sua história tem mais de 1700 anos e é a cidade antiga mais bem preservada de Shanghai.
A vontade de voltar para China era grande, mas não queríamos conhecer apenas as cidades internacionais, queríamos mesmo era mergulhar naquele mundo novo de cabeça. Escolhemos uma cidade pequena no nordeste do país chamada Yantai.
Onde antes haviam pequenos prédios velhos, hoje existem apenas escombros, famílias que se recusam a sair e sinais de isso não vai parar. Toda aquela área dará espaço para novos prédios altos e modernos.
Qingdao é uma mistura do ocidental com oriental, o que torna ela ainda mais charmosa. Na China ela é conhecida como uma das mais bonitas e limpas do país.
Nós fomos acolhidos por uma autêntica família que nos mostrou a importância de estar junto, de compartilhar, de comemorar e desejar que todos naquele meio tenham um ano próspero, porque se a família está bem, todos estão bem.
As pessoas que me conhecem sabem que eu não escrevo muito no blog e dou poucas dicas sobre lugares onde visito, mas hoje resolvi escrever sobre a Muralha da China esse grande feito da humanidade.
Existem muitos motivos para viajar apara China, como a receptividade, história milenar e festivais bastante característicos.